mar 30 2026 Defesa de Rodrigo Bacellar recorre ao STF para tentar revogar prisão Autoria: Redação | Fotos: Divulgação Ex-presidente da Alerj foi detido na terceira fase da Operação Unha e Carne e segue preso em Bangu 8. A defesa do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, deve apresentar nesta segunda-feira (30) um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a revogação da prisão do ex-parlamentar. Bacellar foi detido pela Polícia Federal na sexta-feira (27) durante a terceira fase da Operação Unha e Carne, que investiga a suposta ligação de políticos com o Comando Vermelho. No sábado (28), ele passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida, sendo transferido para o Presídio Bangu 8, no Complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio. O ex-deputado é acusado de repassar informações sigilosas ao então deputado Thiego Raimundo dos Santos, conhecido como TH Joias, sobre uma operação da Polícia Federal. Em dezembro do ano passado, Bacellar já havia sido preso pela mesma suspeita, mas foi solto após decisão da Alerj, que impôs medidas cautelares. A situação mudou na última terça-feira (24), quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato de Bacellar em um processo que apurou irregularidades na Fundação Ceperj. Com a perda do cargo, a decisão anterior da Alerj perdeu validade, e um novo mandado de prisão foi expedido. Em nota, a defesa afirmou que desconhece os fundamentos da nova prisão e já havia anunciado que recorreria ao STF. Em outra frente, o ministro Cristiano Zanin negou pedido para suspender os efeitos da cassação do mandato, decisão publicada na sexta-feira (27). Além da perda do cargo, Bacellar também se tornou inelegível.