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Com a interdependência, provocada pela globalização, teremos uma macroeconomia cosmopolita, integralizada e mensurável, por argumentos factuais, a economia passa a ser ciência das probabilidades.Existe, em economia, uma dicotomia, simbolizada pela pluralidade de passos, ou seja, metodologia diferenciada, para o mesmo caminho.A política cambial, sobrevalorizada, minimiza a inflação, em contrapartida, acarreta déficit comercial.Em se tratando de economia o caminho, dentro da dicotomia apresenta 50% de conveniência e outros 50% de inconveniência, daí não ser os economistas imperfeitos, mas antes a própria ciência econômica. Não existe abstrações teóricas, capazes de idealizar 100% de conveniência, quando o assunto é economia.Pelas razões, acima expostas, quer nos parecer, que o ponto de vista é o cerne da questão. Polêmica e imperfeita a dialética economia é sortida de aparentes soluções. Plurivalente nas conclusões, oca nas soluções e assistemática, a ciência econômica não tem forma unívoca de deduções.Dentro da política inflacionaria, a contenção do crédito e sobrevalorização do real, acarreta, como não poderia ser de outra forma, a inflação baixa ou sob controle, trazendo em contrapartida o desemprego, a diminuição do consumo e gerando a recessão. Tudo isto, nos permite concluir, que a inflação está no mundo dos fatos e não das idéias, e que, qualquer seja a política adotada, acarretará inconvenientes. Em se tratando de economia, o negócio é aproximar-se do núcleo, visto que nesta ciência, não existe alvo certeiro e definitivamente correto. A tipicidade econômica, é um ideal e as abstrações um antro de imperfeições.Somos, pessoalmente, defensores de uma inflação sustentável, com desenvolvimento, ao contrário daqueles que acreditam no malabarismo do equilíbrio em uma só roda, mas antes em duas, para que tenhamos inflação sustentável, mas sobretudo desenvolvimento que gere emprego.
Juarez Alvarenga é escritor e advogado.
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