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Museu de Arte Murilo Mendes celebra certificação do Ibram

Autoria: Redação  |  Fotos: Paulo Soares


O Museu de Arte Murilo Mendes (Mamm) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) está oficialmente certificado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

A instituição, aos 13 anos de existência, recebeu o selo "Museu Registrado" em junho deste ano, tornando-se um dos 31 mineiros e dos 172 brasileiros com a certificação.

Na região, o Museu Regional de São João del Rei, a Pinacoteca e o Museu Histórico da Universidade Federal de Viçosa (UFV), além do Museu de Ciências da Terra Alexis Dorofeev, também em Viçosa, já possuíam o selo.

Segundo o Ibram, a certificação significa a chancela de um reconhecimento institucional. É a mesma avaliação feita pelo diretor do Mamm, Ricardo Cristófaro.

"Possuir o selo 'Museu Registrado' nos dá um certo status. Nem todo espaço museológico tem este reconhecimento por parte do governo federal. Isso nos diferencia e habilita a participar de editais para captar recursos e parcerias em programas nacionais e internacionais, além de intercâmbio de exposições", disse em entrevista.

Profissionalização do setor

Ricardo Cristófaro disse que, para entender a importância do registro, é necessário contextualizar as inciativas em prol da organização e profissionalização do setor museológico no Brasil.

"Quando o Mamm foi criado, utilizou a prerrogativa de atribuir a qualquer coleção museológica e a espaço a nomenclatura de museu. A partir de 2009, com a criação do Ibram, foi normatizado o que é museu e o que é coleção de interesse, e o instituto vem no trabalho de profissionalizar a gestão do espaço, recursos humanos, levantamento de riscos e acervos, organizando o sistema", comentou.

Como exemplo da identificação correta, Cristófaro lembrou que o Memorial Itamar Franco, que funciona ao lado do Mamm, não é um Museu, mas um espaço de interesse cultural, porque tem um acervo relevante.

O Mamm iniciou o processo para obter o selo "Museu Registrado" em 2017, sob a iniciativa da museóloga Raquel Barbosa e do restaurador Aloísio Arnaldo de Castro.

"Enviamos a documentação exigida, abrimos o processo em setembro de 2017, recebemos mais interpelações e pedidos, que respondemos. Analisaram nossa missão, acervo, importância, conselho curador, diretoria eleita, plano museológico trienal e agora fomos credenciados", resumiu o diretor.

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