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Petrópolis mantém hospitais de campanha para atendimento de conjuntivite nas Upas

Autoria: Redação  |  Fotos: Divulgação



A Secretaria de Saúde registrou queda no número de atendimentos de conjuntivite durante o feriado de Páscoa. No período do recesso prolongado foram registrados média de 60 atendimentos por dia nos hospitais de campanha, instalados ao lado das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Centro e em Cascatinha. Mesmo com o baixo atendimento, a prefeitura, com o apoio do Corpo de Bombeiros, manterá, por tempo indeterminado, ambas as unidades funcionando diariamente de 8 às 17h.

Nesta segunda-feira (02), as unidades mantiveram atendimento médio de 100 pessoas. No auge do surto que contaminou mais de 10 mil petropolitanos, em cada UPA eram atendidos 300 pacientes diariamente.

A prefeitura montou dois Hospitais de Campanha - O primeiro na UPA Centro em 14 de março e o segundo na UPA Cascatinha em 22 de março. A evolução da doença foi entre fevereiro a março. Na unidade do Centro em fevereiro foram 461 casos e em Cascatinha 643. O recorde foi em março com 3.369 na Upa Cascatinha e 5.228 no Centro.

Ainda não há como mensurar se a epidemia acabou. Muitas pessoas viajaram durante o feriado, então a análise desta semana será crucial para a avaliação de como está o atendimento. Em março, a prefeitura buscou a instalação de dois hospitais de campanha, com parcerias com os Bombeiros e com o Exército. O município está mantendo estes espaços para garantir que a população seja atendida com toda a segurança possível, e sem gerar risco de contágio a pacientes com outras doenças.

Ambos os espaços de atendimento de casos de conjuntivite funcionam em locais isolados de onde são feitos os demais atendimentos nas duas unidades, dando mais segurança para que não haja contaminação entre os próprios pacientes. No hospital de campanha do Centro e Cascatinha, são dois médicos e enfermeiros atuando diariamente para atender os moradores.

Após o diagnóstico da doença, o paciente precisa manter itens pessoais e de higiene separados dos outros entes da família. É muito comum ter essa contaminação em vários membros das famílias, pois é uma doença transmitida pelo contato. Então é importante que as pessoas não compartilhem itens como toalhas, fronhas e objetos de uso pessoal, e busquem atendimento médico logo no início dos sintomas. Quanto mais rápido for iniciado o tratamento, mais cedo a pessoa estará curada.

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