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Justiça Federal aceita novas denúncias contra o ex-governador Sérgio Cabral

Autoria: Redação  |  Fotos: Web

 

A juíza Caroline Vieira Figueiredo, substituta da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, aceitou três novas denúncias contra o ex-governador Sérgio Cabral. Agora, o outrora chefe do executivo responde a 18 processos na Justiça Federal. Cabral já foi condenado a 87 anos de prisão.

Em uma denúncia, os procuradores detalham a atuação dos integrantes do grupo ligado ao ex-governador Sérgio Cabral. De acordo com eles, Régis Fichtner obteve, por pelo menos 20 vezes, vantagem indevida quando era chefe da Casa Civil. Entre janeiro de 2007 e abril de 2014, segundo o MPF, ele recebeu R$ 1,5 bilhão de propinas.

Cabral também foi denunciado por solicitar e receber "vantagem indevida” de Fichtner. Bezerra, segundo os investigadores, intermediou esses pagamentos.

 

 

Nesta ação são réus:

  • Sérgio Cabral, ex-governador do Rio - corrupção passiva e ativa
  • Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil - corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro.
  • Luiz Carlos Bezerra, assessor de Sérgio Cabral - corrupção passiva e ativa

Em outra denúncia, o MPF diz que George Sadala ofereceu e prometeu vantagem indevida a Cabral e Wilson Carlos para obter benefícios a suas empresas por, pelo menos, sete vezes.

O MPF também acusa o empresário de integrar a organização criminosa "que tinha por finalidade a prática de crimes de corrupção ativa e passiva, fraude às licitações e cartel".

Nesta são réus:

  • Sérgio Cabral - Corrupção ativa,
  • Wilson Carlos da Silva Carvalho, ex-secretário de Governo - corrupção ativa
  • Luiz Carlos Bezerra, ex-assessor de Cabral - corrupção passiva
  • George Sadala, empresário - corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro

Já na terceira denúncia, os procuradores consideram que houve pagamentos de propina da Oriente a membros do Governo Cabral entre 2010 e 2014. Os procuradores afirmam ainda que a taxa de oxigênio existia independentemente dos 5% de propina cobrados por Cabral e que serviria para o pagamento de favores a integrantes da Secretaria de Obras, liderada por Hudson. Cabral e Hudson negam as acusações.

A investigação aponta que o valor era pedido pelo secretário de obras Hudson Braga com a anuência do ex-governador e recebido pelo aliado da dupla, Wagner Jordão Garcia, que também foi denunciado. Em um e-mail de Sardinha a Wagner Jordão, o empreiteiro fala em "O2", em alusão ao oxigênio.

São réus neste caso:

  • Sérgio Cabral, ex-governador do Rio - corrupção passiva e ativa
  • Alex Sardinha e Geraldo André de Miranda Santos (2 ex-diretores da construtora Oriente)
  • Hudson Braga (ex-secretário de obras de Cabral)

 

 

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